Publicado por: Espaco Espiritual | quarta-feira, 14 outubro 2009

OBSESSÃO E DOENÇA – A ESCOLHA É SUA

OBSESSÃO E DOENÇA – A ESCOLHA É SUA

PARASITOSE ENERGÉTICA EM FAMÍLIA:

– Falta de Preparo para o Desencarne – Obsessão Em Família:

Mesmo para os sabedores de que a única certeza da vida é a morte, ela quase sempre nos encontra, a todos, despreparados, ignorantes, medrosos, apegados às criaturas, sensações físicas, valores materiais.

Exemplo de uma pessoa comum, no momento dessa crise: sua crença ou descrença na vida depois da morte não faz diferença, pois crer ou descrer nas leis naturais não altera sua essência nem seu curso.

Para onde irá a pessoa que desencarnou? Seu padrão vibratório é que vai posicioná-la, segundo sua escolha do modo de vida; superada a fase do conturbado período de esgotamento da energia vital remanescente do corpo depois do desencarne, a pessoa será atraída ao que se mantém vinculada ou pelo apego que tinha na existência. Imaginemos que esteja imantada pela sintonia com familiares, apegados e problemáticos, ainda encarnados; sem que percebam, essas pessoas a aprisionam ao meio onde se encontrava antes; nesse simples descuido está a origem de um processo de simbiose, parasitismo ou vampirismo energético, alterando condutas e produzindo doenças. Se o “falecido” não tiver vícios além dos fisiológicos – gula e sexo exacerbado – é mais fácil desfazer a sintonia. Entretanto, se era viciado em fumo, bebida alcoólica, drogas, a situação torna-se mais complexa.

– Cobranças – Exigências – Recriminações – Vampirizaçao de Energias:

O corre-corre do estilo de vida atual fez com que o egoísmo viesse à tona e “liberou geral” para que os “vampiros de energia” roubassem a vitalidade uns dos outros. Nossa pobreza evolutiva nos impede de percebermos que nossas relações familiares com suas cobranças sistemáticas e exigências descabidas são formas cruéis de obsessão; até em pensamento torturamos uns aos outros.

A parasitose energética que se origina na forma de viver em família é um dos mais importantes fatores do cansaço crônico que nos assola no dia-a-dia.

– Obsessão na Infância:

Sendo um espírito que já vivenciou muitas experiências em outras encarnações, a criança está submetida a todas as leis que regem a interação entre encarnados e desencarnados.

A formação dos centros de forças (chacras) é gradual, e a ligação entre o corpo físico e perispírito ainda é mais ou menos frouxa, o que facilita os processos de vidência e de audiência de entidades que freqüentem o ambiente familiar. Essa condição natural pode trazer sérios distúrbios psicológicos e físicos aos componentes do grupo familiar que se atrasaram no entendimento das leis da vida, por vontade própria, pois ignorar ou rejeitar hoje a reencarnação dificulta muito a compreensão dos acontecimentos a que estamos submetidos no dia-a-dia, levando facilmente à doença física, angústia e ao pânico.

Obsessão ocasional: dependendo da qualidade energética dos espíritos que interagem com a criança, ela pode até adoecer. Essa interação é mais ou menos comum com desencarnados que fazem parte daquele grupo familiar e que por ignorância ou atraso ali permaneçam sintonizados.

Formas-pensamentos: idéias e palavras repetidas com freqüência criam formas que aparecem e impregnam o ambiente; como se fosse um filme ao qual a criança pode assistir, quase sempre à noite enquanto dorme, e que gera terror noturno ou sono conturbado.

Obsessão de vingança: há uma certa proteção à infância com relação a obsessões planejadas, pois os centros de força na criança ainda não estão totalmente formados, o que acontece no final do processo da adolescência. Completada essa fase é que o espírito pode ser reconhecido pelo seu padrão vibratório por seus inimigos, caso não tenha havido mudanças significativas na infância desta existência. Quando esse tipo de obsessão surge cedo, a situação é grave e os prejuízos à saúde física, mental e emocional podem ser intensos.

Obsessão entre encarnados: a relação obsessiva mais comum capaz de afetar a saúde infantil ocorre nas relações de extremo apego, em que falta soberania emocional ao adulto.

– Aborto x Obsessão:

O aborto é uma quebra de compromisso e suas conseqüências são proporcionais à qualidade evolutiva das criaturas envolvidas. Quem vai renascer não aceitará a interrupção da gravidez e sentir-se-á no direito de retaliar por meio da obsessão, intensificada quando a mãe mentalmente fixa a culpa e, dependendo da intensidade do processo, as doenças físicas ou psicológicas logo surgem. Se quem abortou não conseguir modificar o padrão vibratório, a retaliação prosseguirá por tempo indeterminado, até que um dos dois mude a freqüência, desmontando a sintonia. Mas o término da retaliação entre os envolvidos não modifica as lesões impressas no perispírito da mãe, que trará no corpo físico da encarnação seguinte tendências para adoecer em órgãos específicos pois, o perdão da justiça natural é o esquecimento do erro, nada mais. Para quem cometeu esse engano na vida, é bom não fixar qualquer tipo de culpa (isso só atrasa, não é útil), mas isso não pode ser feito de maneira mágica, mas sim com boa vontade, colocando suas capacidades a serviço do próximo: ajude, ampare, socorra a quantos surgirem na sua vida.

A cada dia, os cuidados com a prática do aborto devem ser maiores, pois o avanço da ciência no campo dos estudos fetais abre a possibilidade de decidir-se quem pode ou não nascer. A ciência necessita de liberdade para se desenvolver, é verdade; mas é necessário que ocorra concomitantemente o desenvolvimento ético e moral capaz de regular essa liberdade. Conhecimento implica responsabilidade. É preciso que a ciência seja eticamente livre; em contrapartida, necessita de responsabilidade crescente.

Em se tratando de ciência, ética e responsabilidade é preciso que fique bem claro que ninguém é vítima de ninguém; toda pessoa que hoje se deixa enganar é tão réu quanto aquele que imagina ser o máximo, o maioral da ciência.

Muitos “aborteiros” do passado que já se encontram numa condição evolutiva melhor hoje são cientistas que tentam ajudar a fertilizar pessoas angustiadas para engravidar (suas vítimas do passado que abortaram pelas suas mãos) e que sofrem quando as tentativas fracassam; alguns continuam fracassando quando trabalham apenas para ganhar dinheiro ou satisfazer seu orgulho. Nem todos conseguem admitir um fracasso ou têm coragem de dizer: adote uma criança!

(Do Livro “Saúde ou Doença – A Escolha é Sua” – Américo Canhoto).

Fraternalmente.

Luciana Lins

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