Publicado por: Espaco Espiritual | quarta-feira, 26 novembro 2014

INFECÇÕES FLUÍDICAS (Os Nossos Vícios)

INFECÇÕES FLUÍDICAS (Os Nossos Vícios)

INFECÇÕES FLUÍDICAS (Os Nossos Vícios)

“Da mesma maneira como existem infecções orgânicas, acontecem também as
fluídicas. Muitos desencarnados, movidos por vingança, empolgam a imaginação
dos adversários encarnados, com formas mentais monstruosas, classificadas
pelos instrutores como “infecções fluídicas”, com grande poder destruidor,
podendo levar até à loucura.

(…) É possível compreender, assim, os casos de possessos, relatados nos
Evangelhos, que se curaram de doenças físicas ou de profunda deterioração
mental, quando os Espíritos inferiores, que os subjugavam, foram retirados
pela ação curadora de nosso mestre Jesus ou dos apóstolos. Mas não podemos
nos esquecer que os encarnados também produzem larvas mentais, que são
vampirizadas pelos desencarnados. Como vemos, na estrada do psiquismo,
sempre existe dupla mão.

(…) Em *Missionários da Luz*, André Luiz continua os seus estudos sobre as
larvas mentais. Observou que não têm forma esférica, nem são do tipo
bastonetes como as bactérias biológicas, entretanto, formam colônias densas
e terríveis. Em uma sessão, pôde examinar um rapaz, candidato ao
desenvolvimento mediúnico em um centro espírita, constatando a presença de
aluviões de corpúsculos negros, possuídos de espantosa mobilidade, que se
deslocavam, desde a bexiga urinária, passando ao longo do cordão espermático
e formando colônias compactas nas vesículas seminais, na próstata, na
uretra, e invadindo os canais seminíferos, para, finalmente, lutar contra as
células sexuais, aniquilando-as. Alexandre designou-os de *bacilos psíquicos
da tortura sexual*, explicando que o rapaz os tem cultivado pela falta de
domínio das emoções próprias, através de experiências sexuais variadas, e,
também, pelo contato com entidades grosseiras, que se afinam com as
predileções dele. Essas companhias espirituais o visitam com frequência,
como imperceptíveis vampiros.

(…) André analisou também outra candidata ao desenvolvimento da
mediunidade. Em grande zona do ventre dessa senhora, observou muitos
parasitos conhecidos do campo orgânico, mas lá estavam também outros como se
fossem lesmas voracíssimas, que se agrupavam em colônias, desde os músculos
e fibras do estômago até a válvula ileocecal. Semelhantes parasitos
atacavam os sucos nutritivos, com assombroso potencial de destruição.
Alexandre diagnosticou:
– Temos aqui uma pobre amiga desviada nos excessos de alimentação (…)
descuidada de si mesmo, caiu na glutonaria crassa, tornando-se presa de
seres de baixa condição.
Um outro pretendente a médium, sob o exame de André Luiz, apresentava o
aparelho gastrintestinal ensopado em aguardente, do esôfago ao bolo fecal.

(…) Alexandre ressaltou que ninguém quer fazer do mundo terrestre um
cemitério de tristeza e desolação. Atender a santificada missão do sexo, no
seu plano respeitável, usar um aperitivo comum, fazer a boa refeição, de
modo algum significa desvios espirituais; no entanto, os excessos
representam desperdícios lamentáveis de força, os quais retêm a alma nos
círculos inferiores.

E concluiu o mentor: Não se pode cogitar de mediunidade construtiva, sem o
equilíbrio construtivo dos aprendizes, na sublime ciência do bem-viver. O
médico desencarnado desejou saber mais sobre os “bacilos mentais” que o
benfeitor denominava larvas. Nascem da onde, qual a fonte?
Alexandre explicou que elas se originam da patogênese da alma: A cólera, a
intemperança, os desvios do sexo, as viciações de vários matizes, formam
criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima.
As ações produzem efeitos, os sentimentos geram criações, os pensamentos dão
origem a formas e consequências de infinitas expressões. Assim, a cólera, a
desesperação, o ódio e o vício oferecem campo a perigosos gérmens psíquicos
na esfera da alma. E, qual acontece no terreno das enfermidades do corpo, o
contágio aqui é fato consumado, desde que a imprevidência ou a necessidade
de luta estabeleçam ambiente propício, entre companheiros do mesmo nível.”

Da obra *A Obsessão e suas Máscaras*, de Marlene R. S. Nobre, p. 71-75.

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